Estamos em greve!

O dia 21 de maio vai ser lembrado pel@s estudantes da UFF como o dia em que foi aprovada a deflagração da greve estudantil da Universidade.

Em uma grande assembleia, com cerca de 700 alun@s foi aprovado o apoio a greve d@s professores e a implementação de um greve estudantil.

A greve d@s estudantes tem o objetivo de resgatar as demandas dos estudantes que sofrem com a precarização desse processo de expansão que tem se dado não só na UFF, mas em diversas universidades federais. E ainda, fazer cumprir as diversas pautas da ocupação da reitoria que foram acordadas, mas não foram cumpridas. A greve tem ainda o papel de resguardar aqueles alun@s que sofrem assédio moral por participarem da greve, dando força para que mais possam aderir a mobilização.

Hoje, (22/05) vai acontecer a primeira reunião do Comando de Greve, um grupo aberto a qualquer estudante que queira contribuir com as atividades da greve. A reunião vai acontecer depois do ato d@s professores na Praça Arariboia (por volta das 18h30) no DCE da UFF.

Confira mais fotos da assembleia no Facebook do DCE: https://www.facebook.com/pages/Dce-Uff/230285090325339

Carta de apoio à greve dos professores

O movimento estudantil da UFF tem acompanhado as recentes mobilizações a nível nacional dos docentes contra o processo de precarização do ensino superior público e de qualidade. Na última quinta-feira, 10 de maio, realizamos um conselho de centros e diretórios acadêmicos com 49 cursos representados. Neste conselho aprovamos apoio consensual ao indicativo de greve dos professores da UFF.

Os cortes de verba do governo Dilma nas áreas sociais como saúde e educação, os maiores da histórias do país, são características de um projeto de subordinação das politicas do Estado aos interesses privados. Um exemplo disso está na figura das fundações de apoio, dos cursos pagos em universidades públicas, ou ainda a empresa brasileira de serviços hospitalares que vem privatizando os serviços nos H.U. Reflexo desse projeto na educação é uma crescente deteriorização das condições de trabalho e estudo somada a uma descaracterização do papel social da universidade, que deveria ser de articulação com as demandas da maior parcela da população.

Nós estudantes da UFF, que também sofremos com as condições dessa precarização no ensino superior, temos nos organizado para enfrentar esse projeto. Recentemente construímos processos de luta em unidade com os docentes e servidores: uma grande campanha contra a cobrança de mensalidades no plebiscito sobre os cursos pagos; a ocupação da reitoria que reivindicava, entre outras coisas, melhores condições de trabalho e estudo; a greve dos servidores do ano passado também contou com solidariedade estudantil e docente. Conseguimos avançar neste enfrentamento, porém, entendemos que a luta por uma universidade pública, gratuita e de qualidade, que seja socialmente referenciada nos interesses populares somente será vitoriosa com o fortalecimento de nossa unidade.

São legitimas as pautas do movimento docente como: a carreira única, a restruturação da carreira com a valorização do piso e a incorporação das gratificações aos salários, ou ainda a melhoria das condições de trabalho nas IFES entre outras. E nosso apoio não se resume apenas a solidariedade com as reinvindicações dos professores, mas também, no nosso intuito em se somar a luta. Esse é o momento de unidade de todos aqueles que querem uma outra educação.


Chamamos todos a participarem do ato organizado pelos docentes para pressionar o
ministério do trabalho a atender nossas pautas. O ato ocorrerá na próxima sexta, dia 18 e
será no campus do fundão da UFRJ, com ônibus saindo as 8:30 do mesmo dia da praça da Cantareira.

SÓ COM UNIDADE NA LUTA, ENFRENTAMOS OS ATAQUES DO GOVERNO E CONSTRUIMOS A UNIVERSIDADE QUE QUEREMOS !!!

Relatoria do Conselho de CA’s e DA’s doa dia 10/05

Pautas:
1) Informes.
2) Balanço das LUTAS e das finanças do DCE.
3) Calendário do DCE.

Encaminhamentos:

  •  A eleição do DCE será realizada no segundo semestre letivo de 2012.
  •  Realização de um conselho de CA’s para discutir eleição, na terceira semana do início do segundo semestre letivo .
  •  Prorrogação da atual gestão.
  •  Assembleia Geral dos estudantes da UFF, no dia 21/05/2012, pauta única: Mobilização e Greve dos professores.
  •  Reunião do GT para construir o grito do interior
  •  GT aberto para escrever uma carta de apoio a greve e as pautas das greves dos professores. ( História – Pedagogia – Serviço Social – Psicologia – Produção Cultural).
  •  Divulgar e convocar os estudantes a assembleia da ADUFF, marcada para o dia 17/05/2012.

Diretórios e Centros Acadêmicos presentes:
História, Sociologia, Direito, Psicologia, Nutrição, Economia, Filosofia, Ciências sociais, Engenharia de produção 1, Engenharia elétrica, DAOC, Turismo, Administração, Eng. Química, Ciências Sociais (Campos), Pedagogia (Angra), Pedagogia (Niterói), Pedagogia (Pádua), Humana (VR), Exatas (VR), Biblioteconomia, História (campos), Economia (Campos), Psicologia (Campos), Direito (Macaé), Estudos de mídia, Relações Internacionais, Segurança publica, Geografia (Campos), Estatística, Engenharia agrícola, Engenharia ambiental, Biologia, Medicina, Serviço Social (Niterói), Ciências Atuariais, Arquitetura, Psicologia (Rio das Ostras), Cinema, Produção Cultural, Comunicação / DACO, Geografia (Niterói), Odontologia (Friburgo), Biomedicina (Friburgo), Arquivologia,Química

Convocatória para Conselho de CA’s e DA’s

DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES LIVRE DA UFF FERNANDO SANTA
CRUZ

Convocatória Conselho de CA’s e DA’s

Data: 4 de maio de 2012

De: DUCHS (Ciências Humanas de Volta Redonda), DAMT (Matemática
- Pádua), DAFF (Angra dos Reis), DAHJ (Economia), DACO
(Comunicação), DAMIDIA (Estudos de Mídia), DAPROCULT (Produção
Cultural), DALO (Nutrição), DACA (Ciências Atuariais), DALA (Biologia), DAQ
(Química), DACA (Arquitetura), DAMAT (Matemática), CAHIS ( História), DAMK
(Serviço Social), (DAAN) Sociologia

Convocatória:

Viemos por meio deste, convocar o referido Centro ou Diretório Acadêmico
para o Conselho de CA´s e DA´s a ser realizado, no dia 10 de Maio do presente
ano, Quinta – feira, as 18 horas, na faculdade de economia. Os pontos de pauta
propostos sugeridos são:

1) Informes (Espaço de informes que cada CA ou DA achar pertinente)

2) Balanço das LUTAS e das finanças do DCE

3) Calendário do DCE

Será que descobrimos o paradeiro de Fernando Augusto Santa Cruz Oliveira?

Ex-delegado diz que queimou corpos de militantes em usina


O livro de memórias de um ex-agente da repressão aos opositores da ditadura militar traz novas revelações sobre o desaparecimento e a morte de militantes de esquerda nos anos 70 e 80 no Brasil. Em depoimento aos jornalistas Marcelo Netto e Rogério Medeiros, publicado em primeira pessoa sob o título “Memórias de uma guerra suja”, o ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) Cláudio Antônio Guerra diz que pelo menos dez corpos de militantes executados teriam sido incinerados em uma usina de açúcar no norte do Estado do Rio em 1973. Afirma também que o delegado Sérgio Paranhos Fleury — símbolo da linha-dura do regime — teria sido assassinado por ordem dos próprios militares, assim como o jornalista Alexandre Von Baumgarten, dono da revista “O Cruzeiro”, como queima de arquivo.

“Isso me atormentou durante muito tempo porque eu sei que as famílias devem ainda ter até hoje aquela esperança de saber o destino de seus entes queridos. Se eu tive coragem de fazer, eu tenho que ter coragem de assumir os meus erros”, diz Guerra em vídeo publicado na tarde desta quarta-feira no site de promoção do livro, editado pela Topbooks, que chegará às livrarias no próximo fim de semana.

Em trecho do livro publicado nesta quarta-feira no site “IG”, o ex-delegado diz ter se aproveitado da amizade com o ex-deputado federal e ex-vice-governador do Estado do Rio Heli Ribeiro Gomes, dono da Usina Cambahyba, para usar o forno da unidade em Campos (RJ) e desaparecer com o corpo de militantes. De acordo com o livro, teriam sido incinerados João Batista, Joaquim Pires Cerveira, Ana Rosa Kucinski, Wilson Silva, David Capistrano, João Massena Mello, José Roman, Luiz Ignácio Maranhão Filho, Fernando Augusto Santa Cruz Oliveira e Eduardo Collier Filho.

Guerra afirma ter levado dois superiores hierárquicos ao local para que aprovassem o uso do forno da usina: o coronel da cavalaria do Exército Freddie Perdigão Pereira, que trabalhava para o Serviço Nacional de Informações (SNI), e o comandante da Marinha Antônio Vieira, que atuava no Centro de Informações da Marinha (Cenimar). Ambos já morreram; o primeiro em 1996, e o segundo em 2006. O dono da usina, Heli Gomes, foi deputado pelo PTB, filiado à Arena e ao PFL. Morreu em 1992, três anos antes de a usina fechar.

— Meu pai era simpático aos militares, mas naquela época ou você era de um lado ou de outro. Ele não queria o comunismo dentro do Brasil, mas era totalmente contrário a qualquer perseguição ou violência, era um democrata — diz Cecília Gomes, filha de Heli, que considera as acusações de Guerra “absurdas”.

No livro, o ex-delegado diz que a comunidade de inteligência decidiu matar Fleury em reunião realizada em São Paulo.

”Fleury tinha se tornado um homem rico desviando dinheiro dos empresários que pagavam para sustentar as ações clandestinas do regime militar. Não obedecia mais a ninguém, agindo por conta própria. E exorbitava”, diz o delegado em trecho publicado pelo “IG”.

Oficialmente, Fleury morreu acidentalmente em Ilhabela, depois de tombar da lancha. Segundo Guerra, ele teria sido dopado e levado uma pedrada na cabeça antes de cair no mar.

FONTE: O Globo

Carta do 5º Encontro do Interior

Oestudantes reunidos no 5º Encontro do Interior, em Santo Antônio de Pádua, manifestam publicamente neste documento o acumulo do nosso debate e nossas discussões, realizados de forma ampla e coletiva, nos dias 20, 21 e 22 de Abril, acerca do processo de interiorização e expansão da UFF, avaliando seus problemas e propondo ações concretas para transformação dessa realidade.

Seja em Niterói ou nos 10 outros campi no interior do Rio de Janeiro, somos a mesma UFF. Isso não quer dizer que sejamos iguais, nem nas caraceristicas de cada curso, muito menos nas condições fisicas e materiais para o funcionamento de uma universidade de qualidade. Se entre os campi do interior a realidade é diversa, a distância entre Niterói e os demais campi é enorme. A interiorização da UFF evidência as principais contradições de um processo de expansão irresponsável.

Os rumos dessa expansão são decididos num balcão de negócios. Os convênios firmados entre a universidade e prefeituras, as parcerias com fundações e empresas são priorizados em favor dos grupos de apoio político da atual administração, loteando por seus interesses a universidade. A manutenção desse modelo desconsidera a responsabilidade da administração central com esses cursos e deixam refens a comunidade acadêmica dos interesses políticos dos governos locais e muitas vezes desconsideram as necessidades e potenciais regionais. É comum nesses campi o fechamento do vestibular, ausência de professores e estrutura fÍsica.

Quissamã é a principal evidencia desse modelo de expansão. Hoje o campus está ameaçado de extinção. Alguns estudantes que não concluiram o curso relutam em sair da cidade enquanto outros já não conseguem mais tentar se formar sem um mínimo de condições básicas e aguardam o fechamento do curso para concluir sua formação em Niterói. Quissamã não pode morrer!

O REUNI, projeto de expansão e reestruturação das universidades, agravou os problemas dessa interiorização. Em Pádua, o prédio inaugurado possui apenas 16 salas de aula para 6 cursos em funcionamento, conteiners em Rio das Ostras e Campos, aulas em porões em Nova Friburgo, falta de bandejão e moradia em todos campi do interior, universidade funcionando em CIEPs, faltam bibliotecas, salas de aula, professores, técnicos administrativos, transporte intercampi, laboratórios, são problemas frequentes. Essa é realidade também em Itaperuna, Miracema, Macaé e Volta Redonda. Além de todos esses problemas Angra dos Reis enfrenta hoje uma luta pela creche universitária, uma necessidade fundamental de assistência estudantil para as mulheres.

A expansão da universidade não pode ser ao custo da qualidade do ensino, pesquisa e extensão. É claro, acreditamos que a universidade precisa se expandir, que a existência da UFF pode produzir impactos positivos nas cidades em que ela está inserida, com produção de conhecimento voltado para as demandas das comunidades locais e ampliação do acesso ao interior do Estado. Mas para que a UFF possa desempenhar esse papel, não podemos expandir sem verbas. Queremos o interior por inteiro e não pela metade.
Na verdade, defendemos que a disputa dessas verbas deve vir atrelada a um outro projeto de universidade que, construida pela comunidade acadêmica, propõe uma educação para produçao de conhecimento e não só para o mercado de trabalho, que seja construida com o tripé extensão, pesquisa e ensino. Não a logica mercantilizada da universidade!

Para piorar, além da expansao da universidade sem as verbas necessárias, o governo Dilma cortou mais de 5 bilhões da educação em 2 anos. Ao mesmo tempo, gasta-se mais de 47% do orçamento federal no pagamento da dívida pública aos banqueiros e empresários, que mantém seus lucros exorbitantes, sem falarmos dos tantos montantes desviados dos cofres publicos nos esquemas de corrupcao que ditam as práticas dos governos e parlamentos do pais. A luta por uma interiorização de qualidade da UFF também é a luta por 10% do PIB para educação pública.

A falta de assistência estudantil, em especial no interior, é o principal motivo da alta taxa de evasão da universidade. A grande maioria dos estudantes da UFF vem de outras cidades e sabem quanto custa um aluguel, alimentação, transporte, xerox, enfim, se manter na universidade. A simples criação de novas bolsas auxílio para o interior não resolvem esse problema, pois são restritas a pouquissimos estudantes que enquadram numa avaliação socioeconomica extremamente restritiva. Queremos assistência estudantil universal, com bandejão, biblioteca, moradia em todos os campi.

A falta de democracia no interior ainda é um problema. Preocupadas simplesmente com o cumprimento das metas de expansão do REUNI, a universidade se interioriza sem estrutura democrática de funcionamento dos cursos. Mesmo com projeto de extinção dos pólos, a estrutura de feudos no interior da UFF é permanente. Os estudantes tem um peso muito reduzido na escolha dos diretores, isso quando o próprio reitor não é o único quem faz suas indicações, mas em regra, a interferência da administração central nas estruturas administrativas do interior é constante, ferindo a autonomia da universidade.

Precisamos discutir com os professores, servidores e a comunidade local da UFF a reforma estatuinte. O nosso atual estatuto data da ditadura militar e não é superado por um outro porque o reitor Roberto Salles não tem interesse em uma mudança nessa estrutura autoritária da universidade. Tivemos um grande avanço com a realização do plebiscito dos cursos pagos e vitória esmagadora da gratuidade, contra os setores privatistas dessa universidade. Mas o sonho de uma UFF 100% gratuita ainda não é uma realidade.

Precisamos lutar para a sua implementação ainda nesse semestre. Também está em discussão no novo estatuto a regulamentação da estrutura administrativa do interior, após a extinção os polos. Apenas um projeto que contemple as necessidades reais da comunidade acadêmica e da população que se relaciona com a Universidade, e não os interesses desse projeto privatista e autoritário de educação, vai conseguir de fato democratizar a UFF, dar autonomia aos campi para se organizar, acabar com os velhos currais e derrubar os muros que separam a universidade das classes populares.

Virar a UFF ao avesso é uma necessidade. Para isso, o movimento estudantil precisa ser fortalecido, a organização de Centros e Diretórios Acadêmicos nos novos cursos deve ser estimulada. Os estudantes do interior devem ter autonomia para se organizar para lutar pelas suas demandas próprias, organizar assembléias dos campi, fóruns comuns com os professores e servidores locais, conselhos dos CAs e DAs, grupos de trabalho. Acreditamos que não é por favor que a universidade que sonhamos será construida. Somente a nossa luta pode conquistá-la. Queremos também ampliar a participação do interior na gestão do Diretório Central dos Estudantes, repensar permanentemente formas de organização que contemplem a participação constante e demandas do dia-dia de todos os estudantes da UFF.

Temos a necessidade de ter mais espaços de interação, troca de experiências e construção coletiva das lutas que são de todos nós. Queremos construir uma jornada de lutas e o Grito do Interior por assistência estudantil e qualidade no ensino, fortalecendo as lutas locais e integrando as demandas particulares com o todo da interiorização.
Saimos do 5º Encontro do Interior renovados para seguir construindo esse projeto de universidade, enfrentar a precarização do REUNI, acabar de vez com os cursos pagos, fazer valer os compromissos assinados pelo Reitor na ocupação de reitoria de 2011. Se muito vale o já feito, mais vale o que será.

Propomos:
- Construção de uma Jornada de Lutas por assistência estudantil e qualidade no ensino no interior, encerrando no Grito do Interior, um dia de reivindicação na reitoria;
- Defesa do tripé ensino, pesquisa e extensão no interior e em Niterói;
- Lutar por bandejão, creche, moradia e transporte intercampi em todo o interior da UFF;
- Estimular a constução de um dia de paralisação do interior;
- Organizar um dossiê com os problemas da expansao/interiorização da UFF, levantamento dos dados da expansão da universidade;
- Realizar de um seminário de balanço dos 5 anos do Reuni na UFF e apontar para a construção de um seminário nacional sobre o tema; aduff sintff dce comunidade
- Sistematização das propostas apresentadas no painel do interior e produção de um vídeo sobre a política de interiorização e do V Encontro do interior a ser utilizado na jornada de lutas;
- Lutar pela criação de comissões com participação estudantil para organizar a ocupação das vagas da moradia;
- Realização de reunião ordinária do DCE com os Cas e DAs da UFF de niteroi e do interior, para organizar as calouradas unificadas todos os semestres.
- Construção de um calendario de reunioes do GT do interior do DCE em todos os campus do interior, começando com Quissamã.
- Ampliar a participação dos estudantes da UFF em defesa de transporte público e de qualidade. Passe livre já! Fortalecimento das campanhas contra o aumento das passagens;
- Defesa da universidade pública financiada com dinheiro público. Disputar a verba pública que entra na universidade para assistência estudantil. Aliar a luta da expansão com qualidade e a defesa de 10% do PIB para educação pública;
- Reorganizar o GT do Interior e Extensão do DCE, com grupos nas redes sociais, espaço nos meios de comunicação do DCE (site, jornais, cartilhas), e realizar reuniões presenciais nos campi do interior com periodicidade com um calendário a ser pensado no próximo GT do Interior e de Extensao.
- Campos: lutar pela contratação dos 23 professores necessários para funcionamento dos cursos. Construção de projeto de bandejão.
- Rio das Ostras: funcionamento imediado do Serviço de Psicologia Aplicada (SPA) e da moradia estudantil já construidas. Os estudantes precisam participar do processo de seleção das vagas da moradia. Espaços para o curso de Produção Cultural. Lutar por mais professores efetivos, em especial da Psicologia. Xerox sobre controle dos estudantes. Construção imeiata dos predios A e B e multiuso e do bandejão.
- Pádua: repúdio a utilização de terreno destinado ao bandejão para a construção de um campo de futebol por um vereador de Pádua. Término da obra do novo prédio, que mesmo inacabado foi ocupado. Melhores condições para o transporte intercampi, construção do projeto do bandejão e moradia. As bolsas auxilios nao contempla os estudantes que precisam.
- Nova friburgo: lutar pela construção de laboratórios e pela transferêrencia dos equipamento adquiridos pela Universidade que ainda estão em Niterói. Espaços para mais salas de aula, e compra de materiais instrumentais. Envio da Splinter, já adquirida e até hoje continua retida em Niterói.
- Volta Redonda: Construção do bandejão em Volta Redonda, conforme a carta compromisso assinada pelo Reitor na Ocupação da UFF. Construção de unidade de primeiros socorros, onibus intercampi, pela construção de laboratórios no campus da vila e aterrado.
- Angra: lutar por moradia, creche, bandejão e transporte intercampi.
- Macaé: Lutar pela construção de biblioteca no campus, preenchimento da carencia de professores.
- Miracema: é preciso fortalecer a estrutura do curso, com mais professores, atualização do acervo da biblioteca. Miracema deve deixar de ser extensão de Niteroi.
- Itaperuna: lutar por estruturas básicas em salas de aula, por cadeiras de adulto (pois muitas cadeiras utilizadas são infantis). Expansão da biblioteca, ventiladores.
- Quissamã: não podemos deixar Quissamã morrer. Lutar por condições para que os estudantes possam concluir seu curso com qualidade. Pela reestruturação da UFF Quissamã.

Propostas das oficinas:
- Fortalecimento do GT de Esportes e construção de um campeonato de futebol para toda a UFF, junto dos Cas, DAs e atléticas.
- Cobrar da reitoria manutenção e criação de espaços para pratica esportiva e de lazer.
- Contra o proketo de Lei Geral da Copa proposto pela FIFA.
- Contra a obrigatoriedade da carteirinha da UNE para acesso a eventos esportivos e culturais.
- Incentivar a construção de um coletivo de mulheres da UFF.
- Construção de debates e cursos sobre opressão ao machismo, racismo e homofobia no interior.
- Lutar pelo reconhecimento dos estudantes transexuais serem chamados pelo nome social.

Santo Antônio de Pádua, 22 de Abril de 2012