Hora de barrar a EBSERH!

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Convocatória para Conselho de CA’s e DA’s

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES

LIVRE FERNANDO SANTA CRUZ

2 de outubro de 2012

De: DUCHS (Ciências Humanas de Volta Redonda), DADJ (Engenharias de Volta Redonda),  DAHJ (Economia), DACO (Comunicação),  DAPROCULT (Produção Cultural), DACA (Ciências Atuariais), DACA (Arquitetura),  DAMK (Serviço Social).

 

CONVOCATÓRIA

Viemos por meio deste, convocar o referido Centro ou Diretório Acadêmico para o Conselho de CA´s e DA´s da Universidade Federal Fluminense a ser realizado no dia 9 de outubro do presente ano, terça-feira, as 18h no Auditório da Faculdade de Economia.


Os pontos de pauta inicialmente propostos são:

 

1) Informes;

 

2)Greve

3)Regulamentação de Festas

 

Atenciosamente,

____________________________

Diretório ou Centro Acadêmico

Será que descobrimos o paradeiro de Fernando Augusto Santa Cruz Oliveira?

Ex-delegado diz que queimou corpos de militantes em usina


O livro de memórias de um ex-agente da repressão aos opositores da ditadura militar traz novas revelações sobre o desaparecimento e a morte de militantes de esquerda nos anos 70 e 80 no Brasil. Em depoimento aos jornalistas Marcelo Netto e Rogério Medeiros, publicado em primeira pessoa sob o título “Memórias de uma guerra suja”, o ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) Cláudio Antônio Guerra diz que pelo menos dez corpos de militantes executados teriam sido incinerados em uma usina de açúcar no norte do Estado do Rio em 1973. Afirma também que o delegado Sérgio Paranhos Fleury — símbolo da linha-dura do regime — teria sido assassinado por ordem dos próprios militares, assim como o jornalista Alexandre Von Baumgarten, dono da revista “O Cruzeiro”, como queima de arquivo.

“Isso me atormentou durante muito tempo porque eu sei que as famílias devem ainda ter até hoje aquela esperança de saber o destino de seus entes queridos. Se eu tive coragem de fazer, eu tenho que ter coragem de assumir os meus erros”, diz Guerra em vídeo publicado na tarde desta quarta-feira no site de promoção do livro, editado pela Topbooks, que chegará às livrarias no próximo fim de semana.

Em trecho do livro publicado nesta quarta-feira no site “IG”, o ex-delegado diz ter se aproveitado da amizade com o ex-deputado federal e ex-vice-governador do Estado do Rio Heli Ribeiro Gomes, dono da Usina Cambahyba, para usar o forno da unidade em Campos (RJ) e desaparecer com o corpo de militantes. De acordo com o livro, teriam sido incinerados João Batista, Joaquim Pires Cerveira, Ana Rosa Kucinski, Wilson Silva, David Capistrano, João Massena Mello, José Roman, Luiz Ignácio Maranhão Filho, Fernando Augusto Santa Cruz Oliveira e Eduardo Collier Filho.

Guerra afirma ter levado dois superiores hierárquicos ao local para que aprovassem o uso do forno da usina: o coronel da cavalaria do Exército Freddie Perdigão Pereira, que trabalhava para o Serviço Nacional de Informações (SNI), e o comandante da Marinha Antônio Vieira, que atuava no Centro de Informações da Marinha (Cenimar). Ambos já morreram; o primeiro em 1996, e o segundo em 2006. O dono da usina, Heli Gomes, foi deputado pelo PTB, filiado à Arena e ao PFL. Morreu em 1992, três anos antes de a usina fechar.

— Meu pai era simpático aos militares, mas naquela época ou você era de um lado ou de outro. Ele não queria o comunismo dentro do Brasil, mas era totalmente contrário a qualquer perseguição ou violência, era um democrata — diz Cecília Gomes, filha de Heli, que considera as acusações de Guerra “absurdas”.

No livro, o ex-delegado diz que a comunidade de inteligência decidiu matar Fleury em reunião realizada em São Paulo.

”Fleury tinha se tornado um homem rico desviando dinheiro dos empresários que pagavam para sustentar as ações clandestinas do regime militar. Não obedecia mais a ninguém, agindo por conta própria. E exorbitava”, diz o delegado em trecho publicado pelo “IG”.

Oficialmente, Fleury morreu acidentalmente em Ilhabela, depois de tombar da lancha. Segundo Guerra, ele teria sido dopado e levado uma pedrada na cabeça antes de cair no mar.

FONTE: O Globo

Moção de Repúdio a aprovação das OS’s e OSCIP’s (PL 767/2011) na ALERJ

Moção de repúdio aprovada em Assembleia Geral d@s Estudantes da UFF, no dia 14/09/2011:

Há um processo de privatização da saúde que avança por todo o país, como está sendo a tentativa do governo de privatizar os hospitais universitários (PL 1749/2011) e como vemos se expandir em São Paulo as Organizações Sociais (OS’s) e OSCIP’s.

Este projeto permite, dentre outras coisas:

– reserva de vagas do SUS para a rede privada;
– aquisição de materiais sem licitação;
– contratação de profissionais pelo regime CLT;
– Perda do controle social;
– Cobrança por consultas realizadas no SUS;

Esse mesmo projeto foi votado no dia 13 de  setembro na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) e aprovado com 49 votos à 12. Enquanto vários profissionais e estudantes se manifestavam contrários, o governo Sérgio Cabral respondeu com forte repressão.

A Assembleia Geral dos Estudantes da UFF se posiciona contrária a aprovação do PL 767/2011. Pois, defende o SUS 100% gratuito e de qualidade para toda a população!

Moção de repúdio à repressão ao Ato contra a aprovação das OS’s

Moção aprovada em Assembleia Geral d@s Estudantes, no dia 14/09/2011:

No dia 13 de Setembro de 2011, a população da região metropolitana do Grande Rio realizou um Ato em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro contra a aprovação da Gestão de Unidades de Saúde por Organizações Sociais. Já cedo, três viaturas da tropa de Choque da Polícia haviam chegado antes mesmo da população, segundo informações, de modo a controlar possíveis confusões. Os manifestantes (estudantes, servidores, população civil no geral) não conseguiram entrar para acompanhar a apuração de votos na Assembleia, com a alegação de que as “senhas” para a entrada já haviam terminado, gerando ainda mais protestos da população visto que outras representações, que não as da saúde, foram contempladas.

Os manifestantes não estavam armados, estavam em um Ato pacífico, e em alguns momentos, houve violência contra a população, inclusive alunos  da Universidade Federal Fluminense presentes, tal que um estudante de Medicina, representante do Diretório Acadêmico Barros Terra, recebeu atendimento médico no Hospital Municipal Souza Aguiar após ser agredido fisicamente pela Polícia Militar.

Por meio desta Moção de Repúdio, os alunos da UFF, representados pelo Diretório Central de Estudantes Livre Fernando SantaCruz vêm trazer sua indignação com a postura da Polícia nos atos e manifestações, postura essa que não condiz com a própria função que a instituição possui, qual seja: proteger a população. Também repudiar a violência não somente neste Ato, mecanismo legítimo de luta da sociedade; porém, repudiar todas as ações violentas já efetuadas pela Polícia na conjuntura de lutas na qual o País se encontra. Os alunos repudiam a truculência de tais servidores do Estado contra seus pares presentes no Ato, além de repudiar a violência contra as mulheres e os homens desarmados, em manifestação pacífica no local.